3 Erros comuns em um processo de onboarding

O processo de onboarding normalmente deve ter uma duração de 90 dias, nos quais o novo colaborador seja integrado na empresa pelo departamento de Recursos Humanos (RH) e sua nova equipe de trabalho. Durante este processo se desenvolvam comportamentos chave que permitem construir a base de conhecimentos que utilizará o novo funcionário para ser produtivo a longo prazo.

Em um programa mal executado de onboarding, o funcionário encontrará dificuldades que o impedirão de se adaptar à cultura da empresa e ao seu novo cargo dentro da mesma. Daí a importância de evitar os seguintes 3 erros se quiser ter um bom processo de onboarding:

Informação ambígua

Um dos erros mais comuns dentro do processo de onboarding é o de não especificar claramente as funções do novo colaborador. A falta de clareza pode levar a que o funcionário se fruste por não cumprir com as expectativas que se têm sobre ele. O perfil de cargo deve ser claro desde o processo de recrutamento já que as pessoas que se candidatem dever ter uma noção clara sobre o seu cargo dentro da empresa. A clareza na definição de funções do funcionário é um passo fundamental no onboarding.

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Feedback insuficiente

Pela duração do processo de onboarding é possível que os responsáveis não tenham um feedback constante. Como qualquer processo de aprendizagem, o onboarding exige um feedback regular por parte dos chefes. O novo colaborador deve manter contacto constante com os seus chefes para que receba feedback dos mesmos e assim possa melhorar e diminuir o efeito da curva de aprendizagem.

Para isso, é importante contar com as ferramentas tecnológicas adequadas que permitam dar feedback eficaz que ajude o novo funcionário a entender quais são as suas oportunidades de melhoria.

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Monitoramentento interrompido

É muito comum que durante os primeiros dias de onboarding se ‘sublinhe’ constantemente ao funcionário os valores e a missão da empresa e os processos relacionados com suas funções no cargo. No entanto, é bem sabido que pouco a pouco isto será descuidado devido à falta de uma rota definida. Os novos membros devem, não apenas conhecer claramente suas funções mas também devem saber as condutas que se esperam deles na relação com a cultura organizacional da empresa. E para isto devemos contar com um plano de monitoramento para cada processo de onboarding.

Para finalizar, deve ser vital para os departamentos de RH compreender a importância de um processo de onboarding bem feito. Se este falha ou não se faz de forma contínua, tanto o funcionário como a empresa podem ser afetados. Se o funcionário não se sente bem pelo monitoramento que lhe foi dado, pode se sentir desmotivado e confuso, o que pode causar um baixo nível de compromisso e desempenho.

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