Clima Organizacional

5 Sinais de uma liderança tóxica

O nível de produtividade e o cumprimento das metas em uma organização depende em grande medida do modo como a liderança é exercida em uma organização. Embora existam vários estilos de liderança, o objetivo sempre deve ser o mesmo: construir equipes de trabalho sólidas, aproveitar o potencial dos funcionários e motivá-los a dar o seu melhor todos os dias.

No entanto, existem pessoas que exercem um estilo de liderança negativo que afeta o clima laboral e diminui significativamente a satisfação e a motivação dos funcionários. Em um artigo publicado no blog Society for Human Resource Management, seu diretor de recursos humanos, Andrew Schmidt, explica quais são os 5 sinais de um chefe ou diretor que está exercendo uma liderança tóxica e nociva para a organização

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Desde 2006, Schmidt entrevistou mais de 6.000 funcionários sobre suas percepções e reações sobre liderança tóxica. Em conclusão, o autor escreveu um documento intitulado Desenvolvimento e validação da escala de liderança tóxica, na qual ele explica as cinco dimensões que definem um líder tóxico. Vejamos:

  1. Autoritarismo:

Líderes tóxicos não permitem que sua equipe tome a iniciativa e desenvolva seu trabalho com seus próprios critérios. São pessoas que evitam delegar tarefas, a menos que sejam básicas ou rotineiras. Eles não confiam em seus colaboradores e quando eles têm que delegar, eles controlam cuidadosamente o trabalho e se certificam de que os funcionários estão fazendo as coisas da maneira correta. É basicamente um bruto: “ou fazemos à minha maneira ou você sai”.

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  1. Imprevisibilidade:

Os líderes tóxicos têm um comportamento imprevisível, às vezes são gentis e respeitosos com seus colaboradores, mas no dia seguinte são autoritários e irritantes. Isso cria uma atmosfera de intranquilidade em funcionários que não sabem o comportamento a esperar de seu superior e gera uma situação de desamparo e insegurança que diminui a motivação e a produtividade na empresa.

  1. Narcisismo:

Os líderes tóxicos muitas vezes têm uma visão pouco realista de si mesmos e suas ideias. Eles acreditam que estão destinados a grandes coisas e minimizar e ignorar seus funcionários. Eles desqualificam ideias que não são suas e não exercem autocrítica sob nenhuma circunstância. Eles desrespeitam as políticas da empresa, mas esperam que o resto da equipe as cumpram plenamente.

  1. Auto-promoção:

Líderes tóxicos geralmente tomam todo o crédito pelo sucesso de sua equipe e pelo bom desempenho de seus funcionários. Eles culpam os outros por seus erros e evitam responsabilidades. Eles gerenciam as boas impressões muito bem, mas eles se afastam quando surgem problemas, gerando nas diretrizes o sentimento de que eles são responsáveis ​​pelos bons resultados, apesar de ter uma equipe incompetente.

  1. Supervisão excessiva:

Líderes tóxicos abusam de seus funcionários. Eles os criticam em público e lembram-lhes de erros ou falhas do passado. Eles supervisionam o trabalho o tempo todo e ficam no topo de seus colaboradores, mesmo criando cenários de assédio laboral. No final, os resultados são claros: funcionários insatisfeitos, desmotivados e que perdem o respeito pelo seu trabalho e seus superiores.

Qualquer um desses comportamentos, isolados ou em conjunto, dão origem a um estilo de liderança tóxica que, embora pareça óbvio e repetitivo, não atinge nada além de afetar o ambiente laboral e o desempenho dos colaboradores de uma organização.

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Muitas investigações ligaram diretamente a baixa produtividade com liderança tóxica, além de afetar a coesão da equipe, o que causa altos níveis de rotatividade laboral. Tendo isso claro, é essencial lembrar que o patrimônio mais importante de uma organização é o seu capital humano.

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