Competências

Inteligência emocional, uma competência laboral fundamental

Uma das competências mais úteis para melhorar as dinâmicas e a produtividade de uma organização é a inteligência emocional, vista como a capacidade de compreender as emoções, quer as próprias quer as dos outros, a partir de um contexto objetivo para as interiorizar e gerir em prol das reuniões interpessoais e a relação com sigo mesmo.

Um dos deveres da área de RH nas organizações é definir as competências chave a contratar, promover e formar uma organização com base nos valores e na cultura que se deseje construir.

  1. Gestão de conflictos:

Como afirmou o especialista em inteligência emocinal Daniel Goleman, quanto mais rapidamente se reconhecer uma emoção e o seu contexto, mais tempo haverá para poder gerenciá-la. Um dos maiores inconvenientes organizacionais é a gestão das diferenças interpessoais, pela falta de compreensão e tolerância entre companheiros de trabalho.

As diferenças escalam para conflitos internos que diminuem a produtividade, já que quando as pessoas trabalham sob o efeito de emoções negativas como o estresse, a ira ou a tristeza, sua cabeça está enfocada em pensamentos negativos que nem sequer dizem respeito ao ambiente laboral.

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Quando promovemos a inteligência emocional em nossos colaboradores, mudamos a dinâmica da interação quando surjem diferenças ou discórdia. A mudança acontece pois os envolvidos no conflito podem se colocar no lugar do outro, guiar seus pensamentos e entender o contexto tanto de suas emoções como as dos restantes envolvidos, abrindo portas à tolerância e à negociação.

Para além disso, diminuimos o tempo investido na resolução de conflitos interpessoais e potenciamos um diálogo positivo, sempre respeitoso e em prol da união da equipe de trabalho. A influência da inteligência emocional no diálogo é fundamental, para poder expressar o que se quer transmitir em função do que a outra pessoa pode interpretar entendendo sua forma de pensar e sentir.

  1. Negociações:

No âmbito das negociações tem uma influência tanto com o cliente interno como com o cliente externo. As negociações funcionam em grande parte desde a interpretação da linguagem (verbal e não verbal) das partes para poder persuadir e chegar a acordos.

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As negociações são uma constante para as organizações, quer seja para resolver conflitos internos ou para temas externos e alcançar objetivos organizacionais. As negociações surjem quando se fecham vendas, geram acordos internos, geram propostas, entre outros.

Neste ponto a inteligência emocional é chave pois funciona como reguladora do comportamento. Os negócios orientados pela inteligência emocional tendem a ter resultados mais positivos, pois as pessoas se conectam e a comunicação é facilitada.

  1. Auto-liderança:

A última vantagem de promover a inteligência emocional é sua contribuição para a auto-liderança. Isto implica que ao conhecer melhor o sistema emocional de cada um, é gerada consciência sobre si mesmo o qe ajuda à auto-motivação e auto-regulação.

Um dos desafios atuais para RH é poder cumprir as expectativas motivacionais das diferentes gerações e pessoas das organizações para otimizar a produtividade de cada um destes e promovendo seu sentido de pertencimento e felicidade no trabalho.

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Neste ponto, a inteligência emocional é perfeita para ter colaboradores mais produtivos, sem responsabilizar sua produtividade por resultados da empresa em suas políticas de bem-estar e compensação. Quando os colaboradores mais produtivos, sem responsabilizarsua produtividade por resultados da empresa em suas políticas de bem-estar e compensação. Quando os colaboradores são responsáveis por si mesmos e são autocríticos, encontram mais facilmente oportunidades de melhoria e a própria motivação para melhorar.

Para além disso, permite aos colaboradores se empoderar de seus processos laborais, a partir do empoderamento de seus processos interiores referentes às suas emoções e ser conscientes de que elas afetam quer positiva como negativamente o seu desempenho e assim alimentar as emoções positivas e regular as negativas.

Ainda que a inteligência emocional pareça um conceito ambíguo, pô-las em prática nas organizações é de grande utilidade para o aumento de produtividade desde uma variável intrínseca no trabalhador. O importante é não apenas tê-la presente como competência, apenas no processo de seleção medi-la para assegurar um talento regido sob as mesmas competências chaves e valores.

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